Existe um vão entre a inovação tecnicamente pronta e o negócio que ela poderia se tornar — o valley of death da comercialização. A Terman trabalha exatamente nessa travessia, trazendo o lado do capital para dentro do P&D.
No cruzamento entre tecnologia, capital e indústria — onde se decide o destino do P&D na agenda de transição.
No Brasil, mede-se com rigor o quanto uma tecnologia funciona. Quase ninguém mede o quanto ela está pronta para ser comprada, paga e escalada.
Todo time de P&D conhece a régua: o TRL, a escala que vai do conceito em laboratório até o sistema validado em ambiente real. É com ela que se mede o avanço de um projeto, que se conversa com o fomento. E ela responde bem à pergunta para a qual foi feita — a tecnologia funciona?
No entanto, um projeto pode percorrer toda a escala técnica, sair da bancada, chegar ao protótipo validado — e ainda assim não virar negócio. Porque entre o laboratório e o mercado existe um vão que o TRL não enxerga: um cliente disposto a comprar, um modelo de negócio que feche, uma licença para operar. E, acima de tudo, a fase mais cara de todas — a planta em escala, a industrialização, o salto do protótipo ao produto —, que consome capital pesado muito antes da primeira receita. É nesse vão que a maior parte do bom desenvolvimento tecnológico encalha: não por falhar na engenharia, mas por não saber como se financiar e se posicionar até o mercado.
O resultado é um desperdício silencioso: inovação de alta maturidade técnica que para na fronteira do mercado. Projetos que provam a tecnologia e não provam o negócio. E, quando essa conta chega, costuma ser tarde demais para mudar o rumo.
Os projetos de inovação mais avançados do mundo institucionalizaram o conceito de prontidão comercial: conduzir uma tecnologia, desde cedo, rumo à sua viabilidade — antecipando quem compra, a que custo, em qual escala e sob quais condições de mercado.
As duas não são etapas em sequência; são trilhos que andam juntos. E é aqui que está o ponto que muda tudo: quando a prontidão comercial corre ao lado do desenvolvimento técnico desde cedo, ela não apenas evita o desperdício — ela melhora a própria tecnologia.
O produto passa a se desenvolver aderente às expectativas reais do mercado que vai recebê-lo. É nesse ponto que a Terman opera, ao lado do desenvolvimento técnico, com o mesmo nível de prioridade.
Nascemos da YvY Capital — que segue como parceira —, uma gestora de recursos com foco na agenda de transição e infraestrutura.
É uma diferença que muda o trabalho. Quem desenha o caminho de uma tecnologia até o mercado não vê o financiamento de fora — vem do lado de quem aloca investimentos, e sabe, na prática, o que um investidor sério precisa ver para dizer sim. É essa origem que dá à Terman autoridade para tratar da parte mais difícil da travessia: a do capital.
Dessa base vêm cinco capacidades que raramente andam juntas:
— Método para diagnosticar prontidão e estruturar a conversão em tecnologias emergentes
— Fluência nos fomentos que decidem, na prática, como um projeto se viabiliza aqui — MOVER, ANP, ANEEL, entre outros
— Olho de quem aloca capital e sabe o que separa um projeto promissor de um projeto financiável
— Experiência de atuação no complexo ambiente regulatório e de mercado de capitais brasileiro
— Acesso a uma rede de centros de pesquisa e tecnologia que liga a inteligência de mercado à prática
Conduzimos a camada de negócio em paralelo ao desenvolvimento técnico — do diagnóstico ao caminho do capital.
Criamos e conduzimos a maturação comercial de uma tecnologia em paralelo ao seu desenvolvimento técnico, end-to-end.
Enquanto os centros de pesquisa parceiros avançam a fronteira técnica, a Terman trata, com o mesmo rigor, de tudo o que separa um bom resultado técnico de um negócio: a camada que falta para a tecnologia ser comprada, paga e escalada.
O que entra como projeto de P&D sai como um caso de investimento — com caminho para receita, escala e novos negócios.
A capacidade é uma. O contexto de quem a usa muda o resultado.
A camada de viabilidade comercial que falta ao portfólio de pesquisa.
Centros de pesquisa e ICTs desenvolvem tecnologia em volume, mas em geral não têm em seu DNA uma estratégia para medir, dimensão por dimensão, a viabilidade comercial de suas iniciativas e a estruturação para a captação de investimentos que viabiliza a próxima etapa. Inserir a Terman nos projetos traz exatamente essa camada complementar: cada iniciativa entra na conversa não apenas com sua maturidade técnica, mas com um mapa de travessia para virar negócio para os clientes finais.
Recurso obrigatório de P&D direcionado a gerar valor real para o negócio.
Montadoras se reorganizando para a eletromobilidade sob o MOVER, o setor elétrico recompondo a matriz sob a ANEEL, óleo & gás descarbonizando o próprio negócio sob a ANP, e empresas com P&D próprio robusto na fronteira da transição: todas enfrentam o mesmo desafio — transformar um dispêndio relevante (por obrigação ou por estratégia) em retorno real de negócio. A Terman mede a prontidão comercial de cada iniciativa em desenvolvimento, mostra onde o investimento está exposto a não virar valor, e estrutura a decisão executiva: quais projetos têm caminho real de conversão, onde alocar para gerar retorno, qual caminho para financiar a próxima etapa.
A tese que torna a próxima rodada possível.
Para empresas onde o P&D é o próprio negócio — desenvolvedoras de tecnologia de fronteira (lítio, baterias, eficiência, materiais limpos) que precisam do capital pesado da fase intermediária —, a Terman estrutura a tese para a próxima rodada. Mapeamos a prontidão comercial da tecnologia, desenhamos o caminho até o mercado, e estruturamos o caso de investimento que sustenta cada etapa. Não captamos pela empresa — desenhamos o caminho que torna a captação possível, vindo do lado de quem aloca capital e sabe o que um investidor sério precisa ver.
O jeito mais simples de ver, na prática, o que a lente da Terman revela.
Se a sua empresa investe em inovação e quer entender quanto desse investimento está, de fato, no caminho de virar valor, vale uma conversa.
Uma primeira conversa de diagnóstico ajuda a mapear, sobre um projeto ou um portfólio, onde estão as oportunidades reais e onde estão os pontos cegos. É o jeito mais simples de ver, na prática, o que a lente da Terman revela.